30/11/2009

A teoria da diversão

Para quem não conhece a teoria da diversão (Volkswagen): veja como boas idéias podem render muita simpatia para uma marca. Visite o endereço: http://www.thefuntheory.com/ .

19/11/2009

A lógica de Guto Lacaz

Sempre é bom rever o paulistano Guto Lacaz. Navegue no site http://www.gutolacaz.com.br/ e confira gravuras, desenhos, instalações, projetos gráficos e muito mais.

12/11/2009

05/11/2009

Galeria Motor




Ontem, no Instituto Tomie Ohtake, ocorreu o lançamento da Motor, galeria on line do portal Submarino com artistas e fotógrafos contemporâneos. Participam do projeto galerias como Nara Roesler, SambaPhoto, Casa Triangulo, Choque Cultural, Luisa Strina, Thomas Cohn, Luciana Brito, Leme, Marilia Razuk e Raquel Arnaud. Veja todos os artistas participantes aqui.
Para visitar o site da Motor clique aqui.
Acima, algumas das fotos que estarão à venda, com tiragens limitadas.

27/10/2009

Os Gêmeos: da rua para o museu.

Quem mora em São Paulo pode conferir de perto a incrível exposição "Vertigem" da dupla Os Gêmeos, no Museu de Arte Brasileira da FAAP, em Higienópolis. Os irmãos grafiteiros (foto acima) estão conquistando as galerias do mundo. Se você está longe da cidade da garoa, visite o site http://www.lost.art.br/osgemeos_01.htm.

10/10/2009

O momento preciso de Alexandre Órion

As imagens já dizem tudo. Em "Metabiótica", Alexandre Órion mescla fotografia e pintura. O artista grafita paredes e aguarda o momento exato para clicar a foto. O resultado é muito interessante. Para saber mais, acesse www.alexandreorion.com (clique aqui).

05/10/2009

O detalhe de Goeldi

Oswaldo Goeldi (1895-1961) foi gravador brasileiro de grande expressão. As matrizes das xilogravuras tinhas acabamento minucioso. Bravo, Goeldi!
Para visitar o site oficial, clique aqui.

29/09/2009

O magnetismo de Sachiko Kodama

As imagens acima são fotos de uma obra de Sachiko Kodama, artista japonesa que utiliza líquido magnético para fazer esculturas. Seu trabalho mais conhecido, Morpho Towers, pode ser visto aqui:
Outras obras da artista podem ser conferidas no site da mesma (clique aqui) ou no YouTube (clique aqui).



As sombras de Regina Silveira

Regina Scalzilli Silveira (1939) é uma artista fantástica. Suas instalações de sombras, derrapagens e silhuetas são memoráveis. Confira mais em reginasilveira.uol.com.br

As cores de Beatriz Milhazes

Beatriz Ferreira Milhazes (1960) é uma artista brasileira com merecido reconhecimento internacional. Recentemente, teve uma exposição individual na Estação Pinacoteca, em São Paulo. Suas telas estão cada vez mais valorizadas, fazendo parte de acervos em museus como MoMa, Guggenheim e Metropolitan. Para se ter uma idéia, a obra "Sonho de Valsa", feita de colagens sob cartão, foi arrematada por R$ 500 mil no leilão Bolsa de Arte, em agosto de 2009.

22/09/2009

A interatividade de Blend Id

Conheça o trabalho coletivo do Blend Id. Estas imagens fazem parte do trabalho "TouchMe", realizado pelo grupo. Scanners gigantes reproduzem imagens de pessoas em tamanho real. Parte do trabalho foi visto no File (Festival Internacional de Linguagem Eletrônica), em 2009, na cidade de São Paulo. Quem não pode ir, pode conferir este e outros trabalhos no site www.blendid.nl (clique aqui).

15/07/2009

Uma boa alternativa para anunciar

As tradicionais mídias de massa estão perdendo cada vez mais espaço entre os anunciantes. É uma tendência global, que se reflete no mercado brasileiro, ano a ano, com mais força.

É uma pena que ainda rotulamos meios como o mobiliário urbano, o busdoor, o painel eletrônico e a internet como “mídias alternativas”. Parece até um bom nome, mas, no mercado publicitário, esse termo é sinônimo de mídia de apoio. Ou, em bom português, de mídia de segunda.

Os meios publicitários se multiplicaram porque o público está cada vez mais disperso. O consumidor de hoje passa mais tempo na rua do que em casa, usa mais a internet do que vê televisão. O comportamento mudou e os meios para impactar o público-alvo também. Pode escrever: o anunciante que não mudar junto vai perder mercado.

Acompanhei de perto um excelente exemplo de quem fez bom uso das mídias alternativas. Vem de um anunciante de quase 50 anos chamado Fisk. Até 2005, a marca investia praticamente 99% da sua verba em televisão. Em 2006, o marketing da Fisk mudou de agência e de estratégia, provando que nem sempre o arroz com feijão é o melhor caminho.

A Fisk descobriu que um dos melhores canais de comunicação com seus alunos é a sua própria escola. E fez de cada uma das suas mil unidades uma verdadeira “mídia alternativa”, no melhor sentido desta expressão.

Produziu adesivos de chão, móbiles, cubos e displays para falar com seu público-alvo. Na televisão aberta, fez inserções de 15” para fixar a marca, mas esteve fortemente presente em postais, busdoors, mobiliários urbanos e painéis. Na internet, repaginou o site e fez ações para o público jovem.  

Sem aumentar um centavo de sua verba publicitária, a Fisk viu sua central telefônica receber 10 vezes mais ligações, comparado ao mesmo período do ano anterior.

O número de matrículas subiu, a venda de produtos licenciados bateu recorde e o share of mind da Fisk ficou em primeiro lugar em todos os mercados medidos.  

Para finalizar, vale ressaltar que pesquisas recentes revelam que a maioria dos jovens brasileiros tem a sensação de que as marcas não dialogam com eles. Não é por acaso. Essa geração já nasceu sabendo o que é a interatividade e seu desejo é vivenciar marcas. E não ser atacada por elas.

Quem descobriu alternativas verdadeiras para falar com o público já está colhendo bons frutos desta nova relação.

24/04/2009

Museu do Futebol

Conheça imediatamente o Museu do Futebol. Todo profissional de comunicação tem que ir. As instalações de Daniela Thomas valem a visita. Clique aqui para saber mais.

A falta de identidade

Não existe problema de comunicação maior do que uma marca desconhecer o seu público. O fato é mais comum do que se imagina. A crise de identidade publicitária atinge todo tipo de anunciante e pode fazer uma empresa perder rios de dinheiro com o investimento errado.
Já participei de reuniões com diretores de marketing que viram suas vendas despencar, sem encontrarem um motivo aparente. Um deles viveu meses de turbulência, passou por várias agências e só descobriu o problema quando fez uma pesquisa caseira, quase amadora, com seus consumidores. O levantamento revelou que seu público era da classe C, e não B, como estava posicionada a marca.
Recentemente, foi veiculado em jornais o anúncio de uma marca de carro extremamente elitista, escancarando o preço de um automóvel de luxo. Seu valor chegava quase a R$ 300 mil. É de deixar qualquer um em estado de choque. Quem compra esse produto não quer revelar quanto pode pagar por ele. Nem por exibicionismo. Em tempos de violência, o temor de seqüestro deve ter afastado muitos clientes potenciais. A grife ignorava, em público, o comportamento do seu consumidor.
A identidade de uma marca é o ponto de partida para qualquer estratégia. Mas se há um “chutômetro” na identificação do público-alvo, não há campanha que faça milagres.